Menu Principal
Portal do Governo Brasileiro
Logotipo do IPEN - Retornar à página principal

Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares

Ciência e Tecnologia a serviço da vida

Portal > Institucional > Notícias > Clipping de Notícias

Aparelho de radioterapia da Acccom volta a funcionar em Divinópolis

Cerca de 100 pessoas tiveram tratamento adiado por falha em aparelho. Acelerador linear ficou parado por quase duas semanas.

Fonte: G1

Do G1 Centro-Oeste de Minas Gerais

O único acelerador linear - aparelho utilizado no atendimento de radioterapia - do Hospital do Câncer em Divinópolis, voltou a funcionar na última sexta-feira (8), após quase duas semanas parado.

De acordo com o médico físico Rômulo Verdolin, o aparelho estava com peças estragadas que tiveram de ser trocadas. Cerca de 100 pessoas deixaram de ser atendidas diariamente e, por isso, tiveram o fim do tratamento adiado.

De acordo com a assessoria da Associação de Combate ao Câncer do Centro-Oeste de Minas (Acccom), na unidade há outro aparelho, mas ele está parado desde o ano passado aguardando vistoria da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEM). A assessoria disse também que técnicos da Comissão devem visitar a unidade para uma vistoria a qualquer dia, a partir desta terça-feira (12), que é quando vence o prazo dado pelo órgão ao hospital.

Tratamento de radioterapia

O único aparelho está disponível no hospital há cerca de 15 anos, segundo a unidade e, por conta da demanda, há pacientes que aguardam meses pelo tratamento que poderia ser mais ágil. "Com esse aparelho novo os atendimentos poderiam ser dobrados. Podemos dizer que o aparelho que faz o atendimento atual e o que está parado são bem similares, mas estamos falando de máquinas construídas com 15 anos de diferença”, destacou o médico Rômulo Verdolin.

O aparelho novo chegou no ano passado no hospital. De acordo com a assessoria da Acccom, ele foi viabilizado com recursos públicos no valor de R$ 1,8 milhão. Mais R$ 2 milhões foram fornecidos pela Associação. Contudo, nunca foi utilizado para fazer tratamento. Quem precisa passar pelo procedimento, têm que esperar, segundo a unidade. A vistoria concederá uma liberação para o uso em pacientes. "Sem essa liberação que é como se fosse um alvará de funcionamento, ele não pode ser usado”, disse Verdolin.

Eventos