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Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares

Ciência e Tecnologia a serviço da vida

Histórico

Histórico

M A F Pires
Fundação e Construção do prédio da Engenharia Química década de 50/60 Século XX
Fundado na década de sessenta, o Departamento de Engenharia Química, atual Centro de Química e Meio Ambiente – CQMA, teve suas atividades direcionadas para o desenvolvimento de processos químicos e para o desenvolvimento de técnicas analíticas, visando o domínio da tecnologia nuclear inicialmente voltado à separação e purificação (extração com solventes e colunas pulsadas e troca iônica) e caracterização química de compostos de urânio e de tório.

Arquivo CQMA
Usina Piloto de Produção de Tetrafluoreto de Urânio Em 1968, a primeira Usina Piloto de Purificação de Urânio do país iniciou as operações, seguida em 1974 pela Usina Piloto de Produção de Tetrafluoreto de Urânio.

Arquivo CQMA
Cristalizador de Nitrato de Tório Em meados dos anos 80 teve início a produção de nitrato de tório em escala piloto.

Na década de 80, o ipen já dominava quase todas as etapas do Ciclo do Combustível Nuclear.

Ciclo do Combustível Nuclear - Compostos de Urânio

Na década de 90, as mudanças nos programas de governo, principalmente em relação às diretrizes na área nuclear, motivaram a busca de novas atribuições principalmente quanto às questões ambientais, preservando os conhecimentos e competências.

Em 1995 foi criada a área de Química Ambiental, sendo em seguida estruturadas as áreas de tecnologias limpas; materiais poliméricos e biomateriais, nanotecnologia e química atmosférica. Nessa reformulação de atividade foi adotada uma estratégia de projetos de pesquisa com ações integradas e cooperativas sendo formada uma equipe multidisciplinar.

M.A.F. Pires
Lab. Análises Química e Ambiental - Cromatografia Século XXI

Nos últimos dez anos (2000-2009) o Centro foi contemplado com vários projetos nas áreas de química ambiental, química atmosférica e materiais poliméricos.

Conquistou diversos prêmios acadêmicos e tecnológicos podendo destacar:

- Primeiro lugar categoria Graduado no XXII Prêmio Jovem Cientista do CNPq /2007;

- Premio Inventor 2007 e 2008: Concedido pela Petrobrás pela criatividade e capacidade de inovação;

- Prêmio Internacional da Água e da Ciência do Simpósio de Água de Cannes, França, 2006, UNESCO - ressaltando o reconhecimento da área.

Arquivo CQMA
Lab. Análise Química e Ambiental / ICP-OES Os laboratórios de processos químicos na área de materiais nucleares e materiais poliméricos, os laboratórios analíticos e instrumentais e, a capacitação de recursos humanos foram às principais ferramentas utilizadas para o acompanhamento e sucesso desses programas de P&D& I do Centro.

Com a retomada de o Programa Nuclear Brasileiro, (2008/2010) mais especificamente do escopo do Projeto do Reator Multipropósito Brasileiro RMB (para atender entre outras atividades de P&D as necessidades de a medicina nuclear no Brasil e a escassez de Mo-99) foram iniciados: a) o desenvolvimento de processos químicos para a Produção de Mo-99 por meio da rota de fissão utilizando alvos UAl2-Al, b) o desenvolvimento e a validar metodologias analíticas para caracterização de combustíveis nucleares avançados e alvos para produção de Mo, c) ações para elaboração do PMA- pré-operacional nas atividades de licenciamento ambiental e, d) participação de ações institucionais de gerenciamento de rejeitos e de descomissionamento.

Na Área de Negócios Nuclear, com a retomada do PNB, o Centro foi contemplado em 2008 com um projeto no Programa de Capacitação institucional - PCI financiado pela CNEN por intermédio do CNPq, em 2009 com um programa Capes de pós-doutorado (PNPD), em 2010 com projetos em editais de bolsa PCI / CNEN. Recentemente a área foi contemplada com um edital CNPq-universal na área de caracterização de combustíveis nucleares avançados. O Centro, por intermédio do laboratório de análse química e ambiental, é o Responsável pela Caracterização Química dos Combustível Nuclear a base de U3Si2, produzido do Centro do Combustível Nuclear do Ipen, para alimentar o Reator IEA R1.

Na Área de Negócios Ambiental e de Desenvolvimento de Tecnologias Químicas o Centro ampliou sua atuação na área de serviços Tecnológicos, sendo contemplado em 2010 com dois projetos FINEP de Redes de Serviços Tecnológicos - SIBRATEC; um na área de águas- RESAG, coordenado pela REDETEC: "Melhoria da capacitação laboratorial na área de qualidade, saneamento e abastecimento de água” e outro na área de materiais de referência e segurança pública.
Em 2010 o centro teve vários projetos em P&D contemplados, abrangendo Recursos Petrobrás/ CENPES; FEMA; FAPESP; FINEP/MCT- infra-estrutura e encomenda; CAPES/Procad;CNPq, entre outros, destacando-se:
Recursos do FEMA, Resolução n. 033/ CONFEMA/2010, de 11/fev/2010, o Lab. de caracterização química e isotópica LCQ teve aprovado o projeto: "Desenvolver estudos de contaminação por metais e microbiológico da água subterrânea na comunidade pesqueira de Bororé: sustentabilidade e educação voltada ao saneamento ambiental no Reservatório Billings (SP) da Atiboré - Associação de Turismo da ilha de Bororé”.

Na Área de Química ambiental - Avaliação da saúde ambiental de reservatórios, com financiamento Fapesp temático ( 2010-2015), o Laboratório de análises químicas e ambientais (LAQA) teve aprovado os projetos: "Reconstrução paleolimnológica da Represa Guarapiranga e diagnóstico da qualidade atual da água e dos sedimentos de mananciais da RMSP com vistas ao gerenciamento do abastecimento (temático/FAPESP), e um pós-doutorado: Reconstrução histórica da poluição do Reservatório de Guarapiranga (São Paulo-SP) e avaliação atual dos sedimentos de reservatórios de abastecimento de água da Região Metropolitana de São Paulo: avaliação de multitraçadores químicos em sedimentos lacustre.

Arquivo CQMA
Lab. Química Atmosférica - Multiple Analysis of Gases Influence Climate Change Na Área de Química Atmosférica o Centro aumentou suas atividades nos estudos de gases de efeito estufa: em 2004 deu inicio aos estudos de perfis com avião de pequeno porte sobre a Floresta Nacional do Tapajós – Pará. Com financiamentos de 2000 a 2009 pela NASA e de 2009 a 2013, com financiamento FAPESP, estando os dados disponíveis na rede na rede mundial de metrologia ( WMO). Em 2006 foi iniciado o monitoramento de GEE em Arembepe / Bahia e, em 2009/2010, iniciado o Programa de monitoramento dos perfis verticais em mais 3 locais na Amazônia: Rio Branco – AC; Tabatinga – AM e Alta Floresta – MT, com Financiamento: NERC - Agencia de Fomento Inglesa. Em 2010: foi iniciado um processo de coleta de amostras na costa Brasileira: Salinópolis, PA, Natal, RN, e um ponto previsto para jan 2011, em Calçoene, AP. Em 2010, foram iniciados também estudos e medidas nos países da América latina, Andes – Perú, no Observatório de Huancayo e Oxapampa.

 

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