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Hospital de Clínicas da Unicamp retoma exames de cintilografia para pacientes com câncer, em Campinas

Medicamento para contraste estava em falta por conta de interdição do Ipen, responsável pela produção, e 98 exames foram cancelados. Lotes com kits chegaram nesta terça-feira (26).

Fonte: Site G1 - EPTV - Filiada da Rede Globo - Região de Campinas

 

Hospital de Clínicas (HC) daUnicamp, em Campinas (SP), retoma nesta quarta-feira (27) os exames de cintilografia que haviam sido suspensos para alguns pacientes em tratamento contra câncer. O motivo foi a falta da substância necessária para fazer o contraste no procedimento, provocada pela interdição do Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen), responsável pela produção, em maio.

Ao todo, 98 cintilografias ósseas foram canceladas desde a suspensão, anunciada pelo hospital em 14 de junho. Até então, o HC usava o medicamento, o radiofármaco ometilenodifosfonato (MDP), que possuía em estoque.

Ipen foi desinterditado no dia 18 de junho, retomou a produção e os lotes com kits para os procedimentos chegaram nesta terça (26) na unidade em Campinas.

Os pacientes afetados pelos cancelamentos serão priorizados e a previsão é que a situação seja normalizada na semana que vem, segundo a direção do setor de Medicina Nuclear do hospital.

Diagnóstico de metástase

A cintilografia óssea é essencial para o diagnóstico de metástase nos ossos de pacientes com câncer de mama, próstata e pulmão.

"Muitas vezes este exame pode decidir entre um paciente fazer uma cirurgia ou não. Entre optar por operar ou fazer uma quimioterapia ou radioterapia", explicou o diretor do setor de medicina nuclear do HC, Celso Darío Ramos, durante o anúncio da suspensão no dia 14."

Interdição do Ipen

Ipen foi interditado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e pela Coordenadoria de Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal Saúde de São Paulo (Covisa) em 18 de maio, por conta de problemas na linha de produção.

Ao todo, 16 medicamentos com substâncias radioativas usados em exames de imagem de todo o Brasil foram comprometidos. A instituição foi desinterditada um mês depois em caráter excepcional.

Voltaram a funcionar as linhas de Soluções Parenterais de Pequeno Volume com preparação asséptica (FDG-Fluor-18) e produtos estéreis: pó liofilizado (reagentes liofilizados), solução utilizada em exames de diagnóstico nucleares e radiológicos.

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