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IPEN recebe novos servidores administrativos

O IPEN acaba de receber oito servidores admitidos em concurso realizado em abril passado. Eles tomaram posse no dia 17 de dezembro e já foram alocados nos respectivos setores, conforme o estabelecido pelo Conselho Técnico Administrativo (CTA).

Com uma vacância de pelo menos 400 cargos, o IPEN acaba de receber oito servidores admitidos em concurso realizado em abril passado. Eles tomaram posse no dia 17 de dezembro e já foram alocados nos respectivos setores, conforme o estabelecido pelo Conselho Técnico Administrativo (CTA).

No total, foram dez vagas para o IPEN, sendo nove administrativos (assistente em C&T) e um nível superior (analista em C&T). "Mas dois desistiram, e então vamos iniciar o processo para convocar os próximos da lista”, adiantou o superintendente José Carlos Bressiani.

Dentre os cargos administrativos, de acordo com o planejamento do CTA, um servidor vai para a Biblioteca, outro para o Ensino, quatro vão para a administração propriamente dita e dois para ocupar a secretaria de centros, no caso o Centro de Química e Meio Ambiente (CQMA) e o Centro de Células a Combustível e Hidrogênio (CCCH).

"Como era um número pequeno de vagas, e a demanda na pesquisa é mais específica, nós resolvemos, neste primeiro momento, priorizar a gestão, pois muitos se aposentaram e ficou uma enorme carência”, complementou.

Segundo Bressiani, há uma boa expectativa quanto aos novos servidores. "Pelo que vimos nos currículos, ficamos com boa impressão. Todos têm boa formação, inclusive alguns com experiência no serviço público. Esperamos que possam ter um ótimo desempenho. E que venham com muita motivação, porque o IPEN é um local excelente para trabalhar”, afirmou o superintendente.

"O país está perdendo conhecimento”

Para um instituto que já chegou a ter 1,6 mil servidores na segunda metade da década de 80, a redução em quase 50% - hoje são 860 na ativa - é um problema. Somente neste ano de 2014, o IPEN perdeu 53 pessoas, três morreram e 50 aposentaram. "Precisamos de uma recomposição de no mínimo 400 vagas - e logo”, diz Bressiani, para quem o Brasil está perdendo conhecimento.

"Não é só o IPEN que está perdendo, é o país como um todo. O Brasil está perdendo todo o conhecimento na área nuclear, adquirido ao longo de décadas, o que é muito preocupante”, alerta o superintendente.

Bressiani se refere ao programa nuclear brasileiro que estabeleceu acordo com a então Alemanha Ocidental para a formação de pessoas. "Foi muita gente, quase um Ciência Sem Fronteiras só para a área nuclear. Vamos perder isso?”.


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